Assim que somos inseridos na sociedade e na cultura, carregamos conosco o cerne de nossas sintomáticas, ou seja, todos nós sofremos em alguma instância por nossa existência e por nossas relações com o outro. O sujeito que vivencia seus sintomas, sem a possibilidade de elaboração, atua de maneira repetitiva e prejudicial, podendo ficar à mercê de seu próprio gozo, alienando-se de seus verdadeiros desejos.
As inúmeras sucessões de “angústias” de ordem psíquica e emocional, como Ansiedade, Depressão, Fobia, Síndrome do Pânico, Distúrbios Alimentares, entre outros, podem ser decorrentes da não elaboração das sintomáticas do sujeito.
Fazer análise não se trata apenas de se conhecer melhor, mas também, de se deparar e se confrontar com o impossível de tudo saber, como as impotências e vulnerabilidades, possíveis de suportar. Quando assumimos o risco de desejar e assumir para nós, nossos desejos, somente diante de tal feito, torna-se possível inventarmos uma solução, para então, poder torná-la pública.
A Análise dos tempos modernos, deve ser capaz de colaborar com o sujeito na transformação: (1) da angústia paralisante em energia criativa, (2) da rigidez em flexibilidade/possibilidade, (3) da moral da necessidade em ética do desejo. Ou seja, Ela deve contribuir para que o sujeito possa se retirar da atuação e torna-se atuante de e em seu próprio desejo/vida.
Assim, e portanto, a experiência de análise se faz somente a partir do encontro entre analista e analisando, permeado pelas linguagens e através delas, possibilitando ao inconsciente acontecer, existir, co-agir, simbolizar-se.
“É uma alegria estar escondido, mas um desastre não ser achado”
“Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras”
Sobre mim
Apaixonada pela possibilidade da Psicologia e da Psicanálise, e de tudo que ambas contribuem para a expansão psíquica de um sujeito. O que é possível descobrir apenas com o mergulho da experiência, tanto teórica quanto analítica. Me sinto feliz e privilegiada em minha escolha que foi pessoal e profissional.



Minha clínica
Compreendendo a necessidade de trabalhar com o Sujeito para além de seus Sintomas, no intuito de produzir a autonomia de seus Desejos, visando:
- Uma clínica que se promove para além da Terapêutica habitual, focada em Sintomáticas;
- Garantindo um espaço de escuta individual;
- Permitindo uma clínica em que o paciente tenha autonomia no seu discurso e ouça a si mesmo;
- Proporcionando acolhimento.
O que ofereço?
Atendimento Clínico Individual para adolescentes, adultos e idosos.
Supervisão individual e de grupo (máx 4 profissionais)
Grupo de estudos: Obras completas de Ferenczi
Grupo de estudos: Introdução à Freud
“O equilíbrio não significa evitar conflitos. Implica força para enfrentar emoções dolorosas e lidar com elas.”
A terapia ajuda a pessoa a se conhecer melhor, entender que ela se sente da forma que pensa, por isso é importante entender seus pensamentos, suas crenças, identificar seus pensamentos que não são úteis, saber como lidar com os pensamentos que não são adequados nem úteis para nossa vida e que nos limitam, nos impedem de atingir nossos objetivos.
Terapia é cuidar da nossa mente, das nossas emoções, dos nossos sentimentos, dos nossos comportamentos, é entender porque algo tão simples para alguns, parece tão complicado para outros.
É descobrir caminhos que não havíamos pensado, é fazer pequenos ajustes que fazem grandes diferenças em nossas vidas. É olhar para nós, para nossas necessidades, nossos medos, nossas angústias e aprender a lidar com elas de maneira mais adequada, é aceitar o que não podemos mudar e fazer ajustes para vivermos melhor, para buscar a nossa felicidade.
É possível determinar quanto tempo vai durar a terapia? Depende de cada pessoa, de cada objetivo a alcançar. É importante estar disposto(a) a buscar conhecimento, entendimento e que é preciso se responsabilizar pelas escolhas que já fez e vai fazer na vida. Responsabilizar-se, tomar para si o poder da sua vida.
Em terapia não existe mágica, existe trabalho e muitas vezes trabalho árduo, pois você precisa estar disposto(a) a rever acontecimentos que já lhe causaram dor e ao trazer de novo à consciência, você vai reviver essa dor, nem sempre com a mesma intensidade, mas é preciso entender cada ponto de tensão e desatar os nós, pensar de forma mais adequada sobre esse evento e muitos outros, viver de maneira plena com cada pedacinho de você, buscar as soluções mais adequadas para você.
“Quando, através da análise, chegamos aos conflitos mais profundos de onde surgem o ódio e a ansiedade, também encontramos lá o amor.”
Será que tem certo?